domingo, 21 de fevereiro de 2010

M'oublie

Acho que não sou algo bom de ser lembrado...

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...................Todo mundo anda me esquecendo ultimamente.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

scorpion

Preta, feita escorpião,
acerta o peito de um pobre
que nao souber querer
Atras de não te ver, não!
Outra mão cobrindo você...

Ah! como eu queria dar meu amor
a quem me mereça
e nunca mais buscar o teu perdão
deixar meu coração
deitado ao redor de você

Preta, feita escorpião
me rasga o peito
meus cabelos...

Não precisa jogar desse jeito meus olhos no chão!*


(*musica "Preta" - Daniel Prudente) 

sábado, 30 de janeiro de 2010

2010! Será?

Tá! Não falei nada sobre 2010 e me senti na obrigação de anunciar que ele continua a girar...
São muitos planos, muitas criações, muitas produções, muitos projetos, muitos editais, muitos concursos, muita coisa pra fazer, uma dor de coluna chata a incomodar (hernia de disco ou nervo ciatico, não importa! tá doendo pra cacete), muita música, muitas surpresas, alguns casamentos (não o meu..rs), muito teatro, muitas madrugadas de farra... muitas e muitas coisas para  um inicio de ano!

Espero que continue até o fim!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Eu vou por ai...

Andava pela sala arrastando um corpo que se fingia alma. Entorpecida em seus medos, tropeçava na plenitude da ausência de si mesma. “Sou angústia” - pensava. “Sou esboço de tudo que desejei pra mim. Sou um todo que de mim escapa. Sou anseio que não se realiza. Sou silêncio, entrelinha, reticência e etcetera.” Deparou-se consigo mesma em frente ao espelho. Como Narciso olhando sua imagem refletida nas águas, encantou-se pelo que viu. Havia algo além do que a retina registrava. Havia por detrás da fronte franzida um átimo de esperança e voltou a pensar: “se sou esboço, sou obra inacabada. Se sou um todo que de mim escapa, sou parte que só eu domino. Se sou anseio, sou possibilidade de um vir a ser que a mim pertence. Se silêncio em ato, música em potência. Se entrelinha, sou além do que em mim escrevo. Se reticência, deixo que o outro a mim suponha. Se etcetera, sou muitas, sou pluri. Sou autora de mim mesma burilada em “sentires”. Trago no corpo e n’alma as linhas de um mapa que, bandeirante da vida, desbravo".

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

EU

23 anos...
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. . . . . ................................................................................................ e eles ainda não me disseram nada...

                                                                                                                              (alguem faz zumzum pra mim!!!!!!!!)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Carta ao tempo...

Se por acaso um dia desses sentir vontade de cumprimentar-me quando me encontrar caminhando pelas calçadas da vida, pode o fazer, mas saiba que não farei questão. Andei por algum tempo solitária e inexplicavelmente satisfeita com meu caminho, apesar de acreditar que a inquietude que sua presença me causa fosse algum sinal divino. [ Equívoco]. Em uma dessas noites quentes e  nada acolhedoras, descobri o seu sentido e decidi, a partir de então, que não faria mais questão de nada.

Em primeiro lugar, prezarei o bem-estar próprio, ainda que seja um tanto disfêmico. Por algum tempo, fui até certo ponto altruísta, mas foi dançando algumas valsas que aprendi como se equilibra o ritmo da vida e que, muitas vezes, pensar em si mesmo já é ser um tanto solidário. Se ao ler isso ficar com a impressão de que criara um monstro, apazigue-se. Certas sensações ou manifestações são naturais do ser,  ninguém é responsável pelo mau teor alheio.
[Caminhando]. Tive a nítida sensação de que pensaria no resultado disso, tudo em vão, pois sei que você também é do tipo que não faz questão. E se de eloqüência se habilita, de palavras proferidas em um ritmo não-eufêmico, teria talvez possível intenção de que um dia eu lhe gratificasse. O fato é que agora, não tenho muito a dizer, senão que poderia ter sido mais sutil.
Entretanto, sutilezas eu rebusco em uma tentativa mal-sucedida e se, por ora, encontro tanto o que escrever, isso sim devo a você, ainda que cada palavra não possua o menor sentido ou que cada oração pareça um hipérbato barroco. De pensar nessa possibilidade, sinto um tom pretensioso, lisonjeio seria se o fosse.
Paro por aqui, na melancólica noite quente, no dia em que não fiz questão de te dizer que tudo destoa agora, minha cabeça difunde idéias sobre o que existe de fato e o que nunca existirá. Não sei, exatamente, acerca do conflito que esbocei, mas parece uma questão um tanto expansiva e isso já me basta.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

SONHEI...


(Sonhei que viajava com você - Itamar Assumpção)